Tecnologia na infância, por pais e educadores

A Tecnologia na infância, como comportar-se diante?

É cada vez mais comum uso da tecnologia na infância, e esse acesso precoce requer dos pais e educadores a realização de atividades promotoras de aprendizagem com as crianças. Fazer uma pesquisa na Internet ou jogar um jogo didático. Como toda ferramenta, também os recursos da era digital, quando usados de forma indevida, especialmente de forma precoce ou por tempo excessivo, podem trazer prejuízos, tais como dificuldades de socialização e conexão com outras pessoas, baixo rendimento escolar, ansiedade, comportamento agressivo, cyberbullying, transtornos do sono e alimentação, sedentarismo, déficit auditivo secundário ao uso de headphones, alterações visuais e posturais e cefaleia recorrente. Por isso, é de suma importância conhecimento referente às melhores práticas sobre a condução da educação digital das crianças e adolescentes, a fim de possibilitar aproveitamento dos benefícios desta tecnologia, destacados neste trabalho, desde que a premissa seja uso orientado e supervisionado pelos educadores e responsáveis.

O que os pedagogos acham  sobre a tecnologia na infância?

Assim, pedagogos defendem as tecnologias desde a educação infantil de forma articulada com as múltiplas linguagens das crianças, no sentido de ampliar seu repertório cultural e suas possibilidades de expressão, enquanto avalia quais as preferências das crianças em jogos eletrônicos, destacando a influência das características do desenvolvimento nessas escolhas, assim como papel dos jogos no transcorrer do desenvolvimento infantil. É raro encontrar uma turma de crianças se divertindo com as brincadeiras antigas.

A infância atual Computadores e videogames substituíram, quase que completamente, os jogos que eram tão conhecidos e praticados, principalmente na década de 80. Amarelinha, pular corda,queimada, corrida… Uma infinidade de atividades que foram substituídas pela frieza e solidão do mundo virtual da internet, computadores e jogos eletrônicos. Cabe destacar que, na atualidade, uso da tecnologia é imprescindível no processo de ensino aprendizagem, porém seu uso não pode substituir os jogos e as brincadeiras que são essenciais para desenvolver conhecimento inato e espontâneo das crianças, além de ajudar a estimular a criatividade, ampliar pensamento critico e a socialização.

Em fim, sites educativos, por exemplo, possibilitam aos usuários um acesso fácil aos conhecimentos disponíveis no mundo inteiro, proporcionando aprendizagens atualizadas, dinâmicas e interativas, promotoras de uma educação personalizada e não-linear, oferecendo às crianças uma navegação educativa e objetiva na internet, com curiosidades, jogos, conhecimentos atualizados, exposição de trabalhos e espaços de opinião. Considerar e avaliar com mais atenção crianças e adolescentes que apresentem comportamentos agressivos, dissociativos entre mundo real e virtual, dependentes da tecnologia-Internet-videogames, que apresentem transtornos de sono, alimentação, higiene, uso de drogas ou queda do rendimento escolar ou apresentam sinais de violência, bullying, cyberbullying, sinais corporais de automutilação ou quando relatam desafios” online com colegas da escola.

Quais os cuidados e atenções devemos ter diante da tecnologia para crianças e adolescentes?

Considerar e avaliar com mais atenção crianças e adolescentes que apresentem comportamentos agressivos, dissociativos entre mundo real e virtual, dependentes da tecnologia-Internet-videogames, que apresentem transtornos de sono, alimentação, higiene, queda do rendimento escolar ou pratiquem/apresentam sinais de violência/bullying/cyberbullying, sinais corporais de automutilação (self-cutting) ou quando relatam desafios” online com colegas da escola.

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